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Hospital do Câncer clama por doação de sangue

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Por falta de doadores, Banco de Sangue do Araújo Jorge enfrenta período mais grave dos últimos anos


O Hospital do Câncer Araújo Jorge faz um clamor público por doação de sangue em caráter urgente. Em virtude da pandemia, o Banco de Sangue do HAJ enfrenta período complicado. A Associação de Combate ao Câncer em Goiás criou o "junho vermelho" para intensificar ações para sensibilizar a população sobre a importância da doação de sangue nestes próximos 30 dias. O hospital, criado em 1956 pelo médico alagoano Alberto de Araújo Jorge, é uma referência nacional.
Resultado da combinação entre a queda no fluxo de doadores/ semana e o aumento do número de cirurgias, o que, consequentemente, representa a uma maior necessidade de transfusões, a criticidade no nível dos estoques é preocupante quando se trata dos bancos de sangue de hospitais oncológicos, como o HAJ. Tudo por que, ao contrário dos tradicionais, as unidades não trabalham com os chamados períodos sazonais. "Precisamos de sangue durante o ano inteiro porque durante 365 dias lutamos contra o câncer", explica a biomédica e supervisora técnica do Banco de Sangue, Aline Fernanda.

O último levantamento feito por ela apontou, entre outras coisas, que os estoques de sangue dos tipos B+, O+, O -, AB ++, B - e AB - estavam baixos. Destes dois tipos, por exemplo, havia, respectivamente, um e três bolsas. Cenário que fica ainda mais alarmante quando se leva em conta que das 160 pessoas atualmente internadas, estima-se que 45 façam uso diário do sangue armazenado no local. Só no Setor de Hematologia, por exemplo, 90% dos pacientes precisam, em algum momento, de transfusão sanguínea.

Medidas preventivas

Na prática, a preocupação é que, no futuro, seja necessário adotar medidas preventivas, como a suspensão temporária de cirurgias eletivas - o que já aconteceu em outros hospitais. "O principal risco deste cenário seria o comprometimento da assistência", observa. Faz questão de destacar que os postos de coleta estão seguindo todas as orientações sanitárias para garantir a segurança do doador.

"Durante a entrevista que antecede a doação de sangue, avaliamos o estado de saúde do doador, visando à proteção de sua saúde e da saúde do receptor. Desde os primeiros casos de Covid-19, estamos investigando também qualquer mínimo sintoma relacionado ao novo coronavírus", adianta Aline. A unidade funciona de segunda à sexta, das 7 às 17 horas, na Rua 239, 181, Setor Leste Universitário. Informações pelo telefone (62) 3243-7031.

Fonte: Diário da Manhã

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