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Laboratório de Oncogenética e Radiobiologia

Destaque

O Laboratório de Oncogenética e Radiobiologia da ACCG (DON) tem papel de destaque no desenvolvimento de pesquisas sobre mutações genéticas associadas ao câncer, trabalhando com os casos atendidos e tratados no Hospital Araújo Jorge.

Com uma equipe de profissionais e estudantes de graduação e pós-graduação, o DON conta com equipamentos e recursos tecnológicos avançados, que investigam formas hereditárias de câncer e alterações genéticas específicas com potencial prognóstico e preditivo, utilizando testes de genética molecular. De acordo com a coordenadora, a biomédica Vera Saddi, o laboratório foi criado em janeiro de 2010 e desenvolve inúmeros projetos de pesquisa financiados pelas agências de fomento (CNPq, FAPEG, CAPES), em colaboração com instituições de ensino, como a UFG, a PUC Goiás e instituições de saúde, como o Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública de Goiás e Hospital das Clínicas da UFG. O DON também serve de apoio na formação de estudantes e profissionais na área de oncologia molecular, e consequentemente recebe colaboração destes na realização de diversos projetos e publicações de trabalhos.

Em 2013, várias pesquisas e trabalhos desenvolvidos no DON foram publicados em importantes periódicos científicos e apresentados em eventos nacionais e internacionais. Dentre eles, destacam-se pesquisas sobre mutações no gene BRAF em melanomas, carcinomas de tireóide e Tricoleucemia. Com relação aos projetos em desenvolvimento, destacam-se aqueles associados à distribuição genotípica do HPV nos tumores associados ao vírus, incluindo os cânceres de colo uterino, ânus, vulva, vagina, pênis e cavidade oral e projetos que analisam mutações genéticas em carcinomas de tireóide, mama, linfomas e leucemias.

Além dos projetos de pesquisa, juntamente com Laboratório de Transplante de Medula Óssea, o DON oferece testes de diagnóstico importantes para os pacientes com câncer. Um dos destaques é a pesquisa de Galactomanana, um antígeno associado à Aspergilose invasiva, que acomete pacientes imunossuprimidos. Este teste viabiliza a detecção precoce da infecção, permite a otimização do tratamento e representa uma importante forma de economia na utilização de antifúngicos de alto custo. Vale ressaltar que a viabilização desse teste só foi possível por meio de um convênio firmado com a empresa farmacêutica Pfizer, que fornece gratuitamente ao laboratório os kits de diagnóstico para esta infecção.

Em 2014, outro teste de diagnóstico a ser oferecido pelo DON consiste no diagnóstico molecular e na detecção de doença residual mínima em pacientes com Leucemia Mielóide Crônica (LMC), tratados com inibidores de quinases. Este teste é feito antes e durante o tratamento dos pacientes com LMC e permite a monitoração do paciente com detecção precoce de recidivas e possíveis casos de resistência ao tratamento. Ressalta-se que este procedimento atualmente é realizado somente em São Paulo e no Paraná. A verba destinada à padronização dos testes moleculares para diagnóstico e detecção de doença residual mínima em pacientes com LMC no DON foi obtida por meio de um edital do Programa de Pesquisa para o SUS (PPSUS), coordenado pela FAPEG. 

 

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