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Trabalho voluntário é essencial na ACCG

Destaque

A Associação de Combate ao Câncer em Goiás (ACCG) possui uma coordenação exclusiva para liderar o voluntariado da Instituição. Hoje atuam cerca de  280 pessoas em diversos projetos  no Hospital Araújo Jorge. Candidatos passam por seleção, anualmente, com avaliação psicológica e curso de preparação, até serem designados para um dos 23 projetos da instituição. Por meio dos voluntários, é possível oferecer apoio, orientação e informação aos pacientes e acompanhantes. Todo este trabalho  faz grande diferença na vida dos pacientes em tratamento na ACCG.

O dia Internacional do Voluntário é comemorado em 5 de Dezembro, e foi instituído pela Organizações das Nações Unidas (ONU) em 1985. A intenção da ONU era promover ações de voluntariado em todas as esferas da sociedade, ao redor do mundo.

De acordo com a Coordenadora do Voluntariado, Ângela Machado de Sá Ferreira, o perfil das pessoas que se dispõe a este trabalho mudou no decorrer dos anos. Agora, são indivíduos com mais conhecimentos, graduação e com conteúdo que agrega neste trabalho. “Quando os voluntários chegam, mostram o trabalho, gostam de fazer as coisas.Temos muitos professores, advogados, empresários, que, mesmo não estando mais na ativa, tem conhecimento que soma a nossa causa”, ressalta Ângela.

A coordenadora explica que, com o trabalho voluntário, o paciente é atendido em sua integralidade biopsicossocial e espiritual, dando assim, suporte em todas as áreas. “Se não tiver o voluntário, não se faz nada. Hoje priorizamos mais a qualidade do que a quantidade dos voluntários. Ele vem sabendo o que vai fazer e se sente útil”, comenta.

Lucélia Rodrigues da Costa, tem 65 anos, é professora aposentada e é voluntária há 13 anos. Ela participa do programa do Chá das 9 horas, toda segunda-feira, e também faz a Visita aos Leitos. Durante estas visitas, eles conversam com os pacientes para verificarem como estão, se colocam a disposição, dão apoio moral, espiritual e consolo.

Segundo Lucélia, no trabalho de voluntariado ela mais aprende com os pacientes do que transmite seus conhecimentos. “Não temos motivos para reclamar da vida. E temos que agradecer a oportunidade de estar aqui. Recebo muito carinho, abraços amistosos e de gratidão”. Para quem se interessa em prestar serviço voluntário, Lucélia aconselha que não esperem a aposentadoria para começar. “É só tirar um tempo do dia a dia e ter essa experiencia e aprender com isso”.

Outra voluntária bastante atuante é Aldeni de Andrade Ferreira, de 59 anos. Também professora aposentada, trabalha na entrega do Chá das 9 horas há 18 anos. O convite para integrar a equipe de voluntários partiu de uma vizinha, para que a professora pudesse superar a perda da mãe, e está até hoje na Instituição.

Aldeni afirma que depois que se tornou voluntária, muita coisa mudou em sua vida. “Eu mais recebo coisas boas aqui do que trago. Hoje, levo para casa humildade e agradecimento. O mais importante aqui é doar”.

A voluntária ressalta que o fator mais importante deste trabalho é o compromisso de estar no Hospital no dia e hora de cada projeto. “Estou aqui toda terça para servir o chá. Gosto dessa área porque tenho contato com todos os pacientes e áreas do hospital. É gratificante”.

Sobre o recrutamento dos voluntários, Ângela reforça que o mesmo é realizado uma vez ao ano, e a colocação das pessoas depende da demanda de cada projeto. “Eles são treinados para a ação que irão desenvolver e e trazem na bagagem a experiência de vida de cada um. O foco são as pessoas que realmente queiram desenvolver esta ação de cidadania”, enfatiza a coordenadora.

Além disso, Ângela afirma que, para este trabalho a pessoa precisa ter compromisso e cuidado, pois é uma atividade séria, mesmo que seja voluntário, pois todos possuem deveres a cumprir com a instituição. 

Fonte: Assessoria de Comunicação 

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