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Corpo Clínico do Hospital Araújo Jorge participa do BBCS 2018

Destaque

Data: 21/05/2018

Profissionais do corpo clínico do Hospital Araújo Jorge (HAJ) participaram da oitava edição do “Brazilian Breast Cancer Symposium”. O evento reuniu 468  profissionais e acadêmicos das áreas de Mastologia, Radioterapia, Oncologia, Ginecologia, Fisioterapia, Enfermagem, Pesquisa e demais áreas da saúde em debates sobre as mais recentes atualizações e novidades da Oncologia no tratamento de câncer de mama. O simpósio é considerado o maior evento realizado no Brasil relacionado a pesquisa da doença.

 Pela primeira vez, o simpósio foi realizado na cidade de Pirenópolis, Goiás, entre os dias 17 e 19 de maio. Além disso, o evento contou com a participação de dez convidados internacionais especialistas em câncer de mama dos Estados Unidos, Suíça, Argentina e outros países. Na programação do evento foram realizados workshops sobre Oncoplástica, Pesquisas Clínicas, Cuidados Paliativos e demais temas.

De acordo com o médico mastologista Ruffo de Freitas Júnior, um dos organizadores do evento, uma das intenções do simpósio é formar grupos cada vez mais fortes na luta contra o câncer de mama. “Acredito que temos tido um grande sucesso nesta área,  e com isso,  colocamos Goiás na vanguarda dessa batalha”, afirma o mastologista.

O trabalho vencedor do BBCS 2018 foi o da médica paulista Laura Testa, chefe do Grupo da Mama do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP). Para Dr. Ruffo, apesar do estudo da vencedora não ter um benefício real, a pesquisa serve para que, ao final, alguns possam ser efetivos no futuro. “Muitos trabalhos futuramente farão a diferença em benefício ao paciente com câncer de mama”, ressalta.

Ainda segundo o Dr. Ruffo, a Associação de Combate ao Câncer em Goiás (ACCG) tem tido um papel primordial na luta contra o câncer de mama, não só no atendimento aos pacientes, como também no desenvolvimento de pesquisas sobre o tema. “Neste fórum, por exemplo, uma série de pesquisas muito importantes desenvolvidas na ACCG, isoladamente ou em conjunto com outras instituições, serão apresentadas no evento”, comenta o médico.

Ao todo, 120 trabalhos clínicos concorreram com apresentações:  orais, posters comentados, e categoria jovens pesquisadores. De acordo com a médica radioterapeuta Nilceana Maya Aires Freitas, o evento, além de trazer a pesquisa científica do Brasil, traz a multidisciplinaridade para o tratamento de câncer de mama, que é associar o cirurgião com oncologista e com o radio-oncologista. “Além da equipe médica, a equipe de enfermeiros, fisioterapeutas, patologistas, radiologistas, está junta hoje na mesma sala e todo mundo discutindo o mesmo assunto, o câncer de mama”, afirma a médica.

Participações

A coordenadora do Laboratório de Oncogenética  e Radiobiologia da ACCG, Vera Saddi, participou do simpósio como debatedora nas sessões de apresentação oral e pôster comentado. Além disso, o laboratório da ACCG apresentou seis trabalhos no evento. “Estamos interagindo com as pessoas que estão no congresso e mostrando nossos resultados. Essa participação é  importante para o Estado de Goiás e a ACCG”, frisou.

 

Para o mastologista do Rio Grande do Sul, José Luiz Pedrini, o evento é um incentivador da pesquisa sobre câncer de mama no Brasil. “Ao mesmo tempo em que se incentiva a pesquisa,  trazem pessoas com um grande conhecimento técnico e científico. Quem sai daqui certamente leva uma bagagem muito boa para sua terra”, comenta o médico.

Gustavo Nader , médico radio-oncologista do Hospital Sírio Libanês e do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP), afirmou que, por ser um evento com foco no tratamento do câncer de mama e na pesquisa clínica, as pessoas têm a oportunidade de apresentar os seus trabalhos de uma forma bastante sistemática e conhecer o que os outros grupos estão fazendo. “. É uma interação positiva para o crescimento da oncologia e tratamento da mama no país”, acrescenta o médico. 

Na opinião da coordenadora da Pesquisa Clínica da ACCG, Larissa Orsolini, a pesquisa clínica melhora os tratamentos já existentes ou então descobre novas possibilidades terapêuticas. “A maior relevância é possibilitar o avanço no tratamento oncológico de maneira geral. E no campo do câncer de mama, é trazer mais qualidade de vida”, complementa.

Larissa ressalta que ao longo dos anos, a ACCG já conduziu mais de 30 estudos voltados para o câncer ginecológico e de mama. “Hoje temos tratamentos mais eficazes e seguros para os pacientes. O principal objetivo da pesquisa não é só descobrir novas possibilidades, mas comparar com tratamentos já existentes”, finaliza.

Texto: Flávia Rocha – Assessoria de Comunicação

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