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Araújo Jorge é destaque em cirurgias de alta complexidade pelo SUS

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O Hospital Araújo Jorge, unidade mantida pela Associação de Combate ao Câncer em Goiás (ACCG), foi destaque em quesitos importantes de tratamento oncológico de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), apresentados na última assembleia da Associação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Combate ao Câncer (Abificc), realizada em São Paulo, no final de maio, na sede da entidade.

De acordo com um Relatório Administrativo da gestão 2016 apresentado no evento - no qual a nova diretoria da Abificc também foi eleita - a entidade, que reúne 27 instituições no país, é responsável por uma parcela grande de atendimentos em quimioterapias, radioterapias, braquiterapias, internações e cirurgias oncológicas pelo SUS no país. Números de um levantamento detalhado dos principais procedimentos realizados por cada uma das associadas da Abificc confirmam isso.

Em cirurgias de alta complexidade, os hospitais da Abificc fazem 27% das cirurgias no Brasil. No país, existem 259 hospitais que fazem alta complexidade. Já os que fazem as grandes cirurgias são 50, dos quais 18 são da Abificc. “Nós fizemos 81,5% das cirurgias de alta complexidade do Estado. Em números absolutos, nós fizemos a maior quantidade de cirurgias no Brasil. Fico lisonjeado. Nós estamos maiores que Barretos, que está em segundo, com 3.794 feitas. Em quantidade de cirurgias feitas do código 16, de alta complexidade, o nosso número aqui foi 3.913”, disse o médico e Tesoureiro-Geral da ACCG, Márcio Roberto Barbosa da Silva, que representou a Instituição no evento.   

Já a braquiterapia, que representa o maior suporte aos pacientes do SUS, teve a metade dos atendimentos, em 2016, realizados pela Abificc, com 16 mil das 32 mil realizadas.  Aqui, nós fazemos 100%”, informou o Tesoureiro-geral da ACCG. Foram 1008 procedimentos durante o ano, mesma produção dos últimos dois anos anteriores, 2015 e 2014, conferindo à ACCG o sexto lugar em realização deste tipo de procedimento. Outras afiliadas da Abificc, como Santa Casa de Maceió (AL), Associação Feminina de Combate ao Câncer (ES), Hospital de Câncer de Cuiabá (MT), Fundação Napoleão Laureano (PB) e Sociedade Piauiense de Combate ao Câncer(PI) também alcançaram o índice de 100%.

Em relação à quimioterapia, cuja produção no Brasil para o SUS atingiu quase 3 milhões de aplicações, em 2016, a Abificc foi responsável por quase 758 mil aplicações. “De forma geral, as instituições da Abificc representam 25% das quimioterapias feitas no Brasil. Em Goiás, 60% das quimioterapias do SUS são feitas por nós”, ainda relatou o Tesoureiro-geral da ACCG.  A produção da  ACCG deste procedimento tem crescido: em 2014, foram 36.151, num universo de 121.650 no Estado; em 2015, o Hospital realizou 39.420, e o Estado 65.984; já em 2016,  foram 41.502 e 68.705 no Estado.  A ACCG foi a quinta em número de procedimentos em 2016, dentre as associadas da Abificc.

Ainda segundo o relatório, apesar dos indicadores de sessões de radioterapia de pacientes do SUS terem sofrido redução de 9,8 milhões (2015) para 9,6 milhões (2016), as associadas da Abificc aumentaram os atendimentos, de 3,1 milhões para 3,2 milhões, perfazendo um total de 33% de atendimentos. “Nós fazemos 80% da radioterapia de Goiás”, informou Márcio Roberto. Esse é o índice alcançado também pela Fundação Jorge Dino (MA). Só é suplantado pelo da Sociedade Piauiense de Combate ao Câncer (PI), que atingiu 100%.  Quinto lugar na Abificc neste procedimento em 2016, com 204.539, a produção da ACCG cresceu: em 2015 foram 191.324; e, em 2014, 168.265. 

Fonte: Assessoria de Comunicação

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