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Nota de esclarecimento da ACCG referente às matérias publicadas no Jornal O Popular e no Jornal Daqui, dia 18/10/2010.

Diante das matérias publicadas em reportagem no Jornal O Popular no dia 18/10/2010, segunda-feira, intitulada “Disputa compromete Araújo Jorge” e publicada no mesmo dia no Jornal Daqui intitulada como “Impasse no Hospital Araújo Jorge”, a diretoria da Associação de Combate ao Câncer em Goiás (ACCG), mantenedora do Hospital Araújo Jorge julga necessário prestar os seguintes esclarecimentos:

• Não houve adesão de todos os médicos do corpo clínico do Hospital Araújo Jorge a este manifesto, apenas de alguns. A ACCG tenta negociação com o corpo clínico e fará o possível para não prejudicar o atendimento à população no dia 22/10/2010, data anunciada pelos médicos de uma possível paralisação. A ACCG ressalta mais uma vez seu objetivo que é a qualidade do atendimento prestado aos pacientes.

• Não há atraso no repasse de honorários aos médicos da ACCG. Pois, foi apresentada uma proposta de negociação de parcelamento dos honorários médicos em atraso, discutida e aprovada pela maioria dos médicos do corpo clínico do Hospital Araújo Jorge. A proposta aprovada foi o pagamento à vista de 70% da dívida, que já foi paga aos médicos em junho/2010 e o restante acordado para pagamento em março/2011;

• Informamos que o pagamento do salário dos médicos contratados pela ACCG em regime de CLT é pago mensalmente, logo após o repasse do pagamento do Sistema Único de Saúde pela Secretaria Municipal de Saúde, portanto, não há pendências;

• Não houve proposta de demissão voluntária por parte da Associação, apenas proposta de alterar o vínculo jurídico que rege a relação de trabalho entre o médico e a Instituição. Neste caso, o médico permaneceria no corpo clínico do HAJ e em nada afetaria o atendimento à população;

• A Instituição esclarece ainda, que apesar de ser uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, é também privada e todo o seu quadro de empregados é tutelado pela CLT, portanto, não há impedimentos quanto a admitir ou demitir seus empregados sempre que entender necessário;

• Quanto ao caso do Dr. Saulo Machado de Paiva, médico contratado em regime da CLT pela ACCG, esclarecemos que o mesmo não recebeu ordem de prisão como foi descrito. Ele foi convidado a prestar esclarecimentos sobre o fato de realizar um procedimento cirúrgico no ambulatório, num paciente particular, cobrando R$1.000,00 (hum mil reais) do paciente, sendo que R$900,00 (novecentos reais) foi referente a honorários médicos dele e R$100,00 (cem reais) para realização do exame de biópsia. Portanto, a ACCG foi lesada financeiramente neste caso, contrário do que foi dito pelo médico, pois o mesmo passou um orçamento para o paciente onde não havia previsão do pagamento de despesas hospitalares, ou seja, referente aos custos da realização do supramencionado procedimento dentro do Hospital Araújo Jorge;

• A diretoria da ACCG comunica que a reportagem do Jornal O Popular, por meio do repórter João Gabriel de Freitas, entrou em contato no dia 1º de outubro (sexta-feira), sendo atendido pelo Setor de Comunicação Integrada da ACCG para ouvir a Presidente Dra. Criseide Castro Dourado, que marcou entrevista com o repórter para quarta-feira, dia 6 de outubro, às 9h, mas o mesmo não compareceu para realização da matéria. Desde então não houve mais contatos da reportagem com a Instituição;

• A diretoria da ACCG lamenta tal fato e está a disposição para quaisquer outros esclarecimentos.

Goiânia, 19 de outubro de 2010.

Diretoria - ACCG.

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